Espaço de encontro e de reunião no centro da 'polis' com o olhar fixo no 'cosmos' sempre que o 'chronos' o permite... Trata-se de uma projeto, uma aventura pelo mistério da Palavra e do Verbo que se fazem acontecimento pelas Tecnologias da Informação e Comunicação em Ambientes Digitais.
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
O que são mapas concetuais
Os mapas concetuais são uma representação gráfica de um conjunto de conceitos inter-relacionados. São utilizados para:
Organizar e hierarquizar os conceitos;
Desenvolver a capacidade de interpretação, classificação e organização de informações;
Identificar os conceitos-chave que tenham significado;
Estabelecer relações entre conceitos;
Sintetizar informações relevantes extraídas de um texto.
Os Mapas Conceituais foram desenvolvidos a partir das ideias da Teoria da Aprendizagem Verbal Significativa, de David Paul Ausubel, especialmente por Joseph Novak na Cornell University, EUA, nos anos 70, e bastante difundida no final dos anos 80, do século XX. De modo geral, a ideia principal do uso de mapas concetuais na avaliação dos processos de aprendizagem é a de avaliar o aluno em relação ao que ele já sabe, partindo de construções conceituais que ele consegue criar, isto é, analisar como ele estrutura, hierarquiza, diferencia, relaciona, discrimina e integra conceitos.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Construção de mapas conceptuais com o Popplet
Há ferramentas web2.0 que são excelentes auxiliares na construção do processo de aprendizagem a partir do aluno e centrado nele. É o caso do Popplet, muito útil para ajudar a construir mapas conceptuais. Estes, por sua vez, são uma forma de organizar informação recolhida, estruturar ideias e consolidar conhecimentos. Eis um trabalho realizado por alunos do 8º ano.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Quaestiones disputatae
No quadro da partilha realizada ao longo do forum da unidade curricular Tecnologias da Informação e Comunicação em Ambiente Educativos, foi possível elencar um conjunto de situações / tecnologias /desafios para as práticas educativas em ambiente escolar.
- Ferramentas proibidas/permitidas. Há uma fronteira ténue e indefinida entre o lúdico e o trabalho quando se trata de ferramentas TIC. O desconhecimento do seu potencial educativo (desconhecimento prático também) leva a que em haja bibliotecas cujo acesso ao facebook, por exemplo, não é permitido. Estas resistências avolumam-se quando faltam sistemas de proteção nos sistemas informáticos das nossas escolas (anti vírus e afins), quando se consideram as TIC um obstáculo ao cumprimento de programas. Educar para saber o viver e o sobreviver nas redes sociais é tarefa prioritária da escola (ver Declaração de Braga (2011), Literacia dos Media)
- Substituição/transformação. A introdução das TIC nas práticas pedagógicas não pode funcionar como um processo de mera substituição dos materiais tradicionais: cadernos, livros, quadro, slides, etc... As TIC apontam um caminho que tem de ser percorrido de um modo que é 'outro'; não é o mesmo de outro modo; é um modo de fazer que torna tudo diferente: é uma transformação, pois o paradigma é novo. Daí que a utilização das TIC na prática pedagógica não possa ser apenas mais um recurso informacional, a par de tantos outros, mas a criação de um modelo de funcionamento, baseado na comunicação fácil e sem fronteiras, na partilha e na permuta de informação e na efetiva transformação da informação em conhecimento, desafio chave para a aprendizagem e o ensino neste mundo 'googleizado' (Ross Todd).
- As TIC e o currículo. A integração das TIC nos curricula ou, mais genericamente, a prática pedagógica com recurso às TIC, favorece aprendizagens e desenvolvimentos em que o aluno aprende a fazer, a testar, a levantar hipoteses e a inter agir com o professor, a quem cabe gerir a situação, estabelecer pontes, funcionar como módulo central de comunicação entre todos.
- Na hora de escolher. O professor que não é especialista em TIC deve possuir uma formação adequada num conjunto diversificado de ferramentas, investindo no conhecimento aprofundado de algumas delas e nunca de todas. A variedade e diversidade de ferramentas não podem funcionar como obstáculo. Há que saber escolher. Daí a importância de um documentos como Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores. Certamente que dentro de algum tempo terá de ser atualizado.
Tecnologia e Aprendizagens: limites e possibilidades
A
investigação tem demonstrado que a estratégia de acrescentar a tecnologia às atividades
já existentes na escola e nas salas de aula, sem nada alterar nas práticas
habituais de ensinar, não produz bons resultados na aprendizagem dos estudantes.
“As novas tecnologias, por si sós, não ensinam, mas podem ser recursos
inestimáveis”.
As
aprendizagens serão de facto significativas quando o docente enquadrar o
recurso às Tecnologias da Informação e da Comunicação em metodologias de ensino
de efetiva qualidade, “clarificando o que se pretende com a introdução de uma
tecnologia” sendo, para tal, fundamental que este desenvolva o seu sentido
crítico em relação a este “novo” recurso, selecionando e promovendo
experiências aos seus alunos que os conduzam a uma evolução. É muito mais do
que introduzir um adorno para o que já é velho e ultrapassado.
Será tanto
mais significativo o papel das Tecnologias da Informação e da Comunicação como
suporte para a criação de conhecimento, quanto mais invisível se tornar o
computador na sala de aula, uma presença ‘não incomodativa’, um modo de estar
natural para alunos e professores.
Referência Alda Pereira, Aprendizagem e Tecnologias.
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